sábado, 19 de julho de 2014

Gerenciamento financeiro simples - Planilha de Fluxo de Caixa.

Não gosto do nome empresa!!! Empresa vem de empreendimento que, claro, deriva de empreender. E esse é o problema!

Todos nós empreendemos em maior ou menor grau. Na prática, decidir-se por onde comer, por exemplo, é uma forma de empreendimento - analisam se custo, valor disponível, custo x benefício, dentre outros. Alguns autores chegam ao ponto de chamar de empreendedor aquele que "quebra" algumas vezes, desde que tire aprendizado destas fatalidades.


Prefiro organização: dá um tom mais formal, mais imponente, mais organizado! E é sobre organização que vamos falar hoje!

Uma organização não pode ser mais ou menos cuidada por seu tamanho.Devem ser vigiadas com atenção, pois derivam em um mercado na qual elas não controlam. Por isso se realizam diversas análises ambientais, das quais falaremos em outro momento. No país, a grande maioria das empresas é de porte micro ou pequeno, segundo o Sebrae, o que me faz pensar que essas são, em sua maioria, fonte una e única de renda e sobrevivência para seus proprietários.

E aí é onde entra o grande problema: embora saibam que dependem delas, não acreditam que devem aprender coisas para faze-las crescer - ou mesmo se manter!, e em muitos casos não dão a atenção necessária ao futuro.

"Ora, se prever o futuro é tão importante, porque as empresas não contratam tarólogos para a gerência?", poderia dizer alguém. Infelizmente, o nível de precisão deles não é mais acertado que o de quem dispõe de ferramentas simples para gerenciamento financeiro, como uma Planilha de Fluxo de Caixa (PFC).

Veja, não estamos aqui falando do Demonstrativo (DFC), gerado pela Contabilidade, mas de uma ferramenta de uso cotidiano. E não adianta achar que por você ser dono do negócio de menor porte imaginável está abonado a seu desuso!

Hum... e o que é isso???

DFC é costumeiramente uma planilha eletrônica (Excel, por exemplo), na qual se lançam as entradas e saídas de caixa (dinheiro) da empresa. Ela pode ser astutamente utilizada como uma ferramenta previsional de disponibilidades de valores e, também, de cumprimentos de obrigações. Mais do que isso, pode ser uma forma relativamente segura de precificação de produtos, um indicador interessante dos gastos da empresa em determinadas áreas e um direcionador de investimentos - tudo ao mesmo tempo!

E como fazer???

Não há uma regra geral para a execução do DFC. Essa é uma vantagem interessante desta ferramenta, que pode ser adaptada para o seu negócio de acordo com sua necessidade. Em geral, nomeamos a coluna A (utilizaremos os nomes do Excel aqui) com os nomes das contas que vamos utilizar e a linha 1 com a data - prefiro trabalhar com período mensal, como já dito, de se trabalhar em períodos maiores ou menores.

É importante dividir a planilha em entradas e saídas, e ainda fazer tantas subdivisões quanto se achar necessário destas. Em entradas, podemos criar contas de:

- saldo (para se colocar o valor que se encontra disponível)
- bancos
- à vista
- à prazo (lembrando que aqui é interessante colocar a data prevista para o recebimento do direito)
- empréstimos
- outras entradas

Para as saídas, é interessante uma divisão em grandes grupos (entre parênteses algumas sugestões para subdivisões), para se facilitar a leitura da mesma. Sugiro utilizar:

- despesa de pessoal (salários, encargos, vales, planos de saúde, etc.)
- despesa administrativa (despesas bancárias, contabilidade, jurídico, água/luz/telefone, etc)
- despesa operacional (aquisição de insumos, fretes, dentre outros)
- impostos e tributos

Assim, subtraindo-se as saídas das entradas tem-se o saldo do período. Ajuda na leitura e compreensão da planilha se cada grande grupo tiver seu próprio somatório!

Mas, como dissemos, o DFC pode ser utilizada para outras finalidades. Então:

Para previsionamento:

Lance no DFC os valores previstos para pagamento e recebimento e acompanhe os saldos. Assim, você poderá se decidir por tomar empréstimos, se necessário, com antecedência, e poderá negociar melhor as taxas e condições com os financiadores. Por outro lado, poderá optar por fazer investimentos que exigem carência, sem ter de pagar IOF e outras taxas para retirada de valores adicionais.

Para definição de preço de venda:
É claro que quem define o preço de venda é o mercado, mas ele te dá uma folga para poder trabalhar - afinal, não é todo mundo que tem a mesma planilha de gastos. Assim, faça uma análise vertical da planilha por grupos e descubra qual fatia do seu faturamento é necessária para cobrir seus gastos. Determine o percentual de lucro que lhe pareça favorável e utilize estes dados para formar seu lucro sobre o Custo da Mercadoria Vendida (CMV).

Para orientar seus investimentos e aferir seus custos:

Perceba qual a capacidade de pagamento da organização (lembre-se que não adianta tornar mais elástico o percentual de lucro - o mercado te barra!) e planeje os investimentos e pagamentos necessários. Para aferir os custos, pode-se subdividir a planilha em setores e, assim, observar as oscilações e se obter onde estão sendo alocados os recursos que deveriam fazer seu negócio girar.

É... o post ficou longo, né?! Mas é bom se atentar, pois a maioria das MPEs quebram pela má gestão financeira. Então, vamos executar!





segunda-feira, 14 de julho de 2014

O bisonho administrador Felipão!

Como a Copa da FIFA acabou, acredito ser interessante para nós, como administradores, termos um olhar profissional sobre tudo o que a cerca: da organização e execução, do planejamento, e da falta de controle.

Ainda assim, enquanto números não são divulgados, podemos nos deleitar administrativamente com alguns aprendizados deixados dentro de campo, ou seja, pelas equipes que disputaram a competição, mais centrados, claro, em seus líderes.

Claro que há situações fantásticas na copa, como a substituição feita por van Gaal, que garantiu o acesso da Holanda para as semifinais, mas acho mais interessante focarmos em uma figura especial, e não o faço aqui por "birra" ou "raiva" do mesmo, mas para podermos analisar as ações de liderança do técnico do pentacampeonato, Luiz Felipe Scolari.

Acho muito complicado pensar apenas em derrota ou vitória. Como administrador, vejo o erro no planejamento. Um alto gestor tem de ser um maestro, orientar o time para enfrentar a concorrência e o mercado. Fazer planos para as possibilidades mais "concretas" (enfrentar a Alemanha era quase uma certeza!) e ter sempre um plano B, para outras adversidades. Também tem de saber intervir e mudar o rumo.

Felipão convocou errado - foi cego para a realidade de mercado e deixou que suas convicções fossem mais fortes que as evidências. Convicções, assim como a cultura organizacional não podem ser abandonadas, mas precisam ser usadas com a máxima cautela, pois na maioria das vezes não se está amparado em dados históricos ou informações fidedignas!

Felipão armou errado - pense em processos: não houve continuidade nos processos (ligação meio de campo e ataque), o que fez com que etapas naturais tivessem de ser sempre feitas no improviso.

Felipão não se preparou para as adversidades: justificar uma derrota acachapante com um "eles jogam juntos há 6 anos!" é absurdo - eles jogam juntos e do MESMO JEITO HÁ 6 ANOS! Então, é inadmissível o técnico não estar preparado para os enfrentar!

Felipão não percebeu que seu capital humano não estava preparado, e que não possuía peças de reposição, além de ter feito o treinamento errado - treinar fundamentos básicos em uma Copa do Mundo não me parece razoável, além de se sustentar em esquemas de trabalho que não estavam rendendo o esperado (faltou mensurar os resultados de forma correta).

Felipão também não soube intervir quando sua equipe de trabalho não soube como reagir à falha de processo. Ele simplesmente olhou passivamente a concorrência destruir sua empresa, e se tornar querida do seu mercado, antes tão fiel - esse erro, em administração, é imperdoável!

Felipão não mensurou corretamente seus riscos, pois acreditou - junto com toda a comissão técnica, que o título das Confederações mostrava que tudo estava correto, não se tendo motivos para mudanças ou monitoramento de adversários.

Por fim, Felipão cometeu o erro capital: não agradou seus clientes.

Poder-se-á utilizar este texto para debates acalorados em mesas de bar, claro, mas nunca se esqueça de que os princípios da má administração saltaram aos olhos durante a gestão de Scolari, desde o erro da escolha do capital humano à falha de preparo.

Use isso para sua vida profissional!!

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Filosofágens II

Não adianta dar o peixe; mas também não adianta ensinar a pescar sem ensinar o ciclo de vida do peixe, formas de ser sustentável em sua prática e sem ter o equipamento necessário. Pense nisso.


quarta-feira, 23 de abril de 2014

O paradoxo da gestão pública brasileira.

Quando se pensa em gestão pública, logo se entende ser a gestão dos bens comuns, públicos portanto, realizada por profissionais competentes, designados por entes representativos da população, que democraticamente os elege.

Quando se fala em gestão privada logo se intui em planos e estratégias utilizadas para perpetuar o empreendimento, muitas vezes encoberto para que a concorrência não se apodere do mesmo e o adapte à sua realidade - o famoso benchmarking - e aquela que o desenvolveu possa buscar padrões mais altos de eficiência ou para que perpetue seu status quo, se dominadora do mercado.

Aí é que se encontra o paradoxo!

Vejamos: no Brasil, as grandes empresas que ofertam parte de seus ativos na bolsa em forma de ações são obrigadas, pelo órgão regulador das Bolsa, a CVM - Comissão de Valores Mobiliários - a informar o mercado de seus resultados trimestrais, sua estratégia, suas metas e como fazer para alcançá-las e qualquer mudança importante - seja preditiva ou responsiva.

Enquanto isso, a gestão pública é assolada com falta de fiscalização e transparência, fadando o contribuinte ao clientelismo e, em alguns casos, a se sujeitar a máfias instauradas em instituições que deveriam ter como premissa o atendimento de qualidade.

Não, este não é um blog político. Tampouco pretendo citar A ou B, ou partidos ou feitos governantes.

Mas, é inegável que algumas ações governamentais se mostraram completamente desfavoráveis à população e, com intuito do crescimento do conhecimento administrativo deste espaço, parece ser compreensível que abordemos dois temas básicos.

A municipalização do ensino e da saúde, até agora, só se mostrou mesmo favorável à decadência destes dois pilares, ao menos ao nível das cidades onde enxergo -  e esta é uma opinião extremamente pessoal.

Os motivos, os elenco:

a) em primeiro, pequenas cidades ficaram sem referência no que tange à fiscalização mais forte de seus gastos e resultados.

b) as cidades micropolos, que seriam o refúgio para aqueles que necessitam de atendimento, tiveram seus centros de saúde deteriorados e muitas vezes mal administrados, o que promove a criação de "ligas de controle" que dificultam ainda mais o acesso da população.

c) ao invés de receberem reformas, profissionais e equipamentos, as cidades pequenas e médias receberam veículos para deslocar seus pacientes, muitas vezes para centros distantes mais que 200km.

d) o incentivo à educação superior, o que fomentaria o crescimento das micro e pequenas cidades, é nulo.

e) os investimentos para melhoria na educação, também o são.

Mas, o maior problema até agora parece mesmo ser a falta de transparência dos gastos. Até porquê não são todos os que tem acesso à portais de internet - e mesmo os que tem, não se importam tanto pois já estão na "onda" do "passivismo"

Assim, cabe a pergunta: a administração pública deste país tem jeito?

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Custo e Valor: grandezas diferentes!






Algumas imagens como as que ilustram este post estão circulando viralmente nas redes sociais ultimamente. Normalmente, com a proximidade de algumas datas comemorativas, acontecem comparações no mínimo absurdas, por pessoas que estejam querendo fazer uma brincadeira ou uma reclamação sem fundamentos.

Afinal, a internet é como o papel: aceita desde o mais conceituado filosofar até o mais esdrúxulo lamento...

Mas, enfim, segundo o portal administradores.com a Nestlé chegou mesmo a responder esta "provocação", explicando que "os ovos de Páscoa são mais caros quando comparados a uma barra de chocolate da mesma gramatura porque sua composição de custo é diferenciada, já que são produtos concebidos não somente para o consumo tradicional, mas para presentear e encantar". Bem, esta parte ainda não é a que nos interessa, embora ela demonstre a natureza sazonal e altamente lucrativa dos produtos.

Mas, a seguir, enumera os motivos que tornam os ovos produtos de custo mais elevado: "sua produção e distribuição envolve uma série de necessidades específicas, como a contratação de mão de obra temporária, desenvolvimento de embalagens especiais, processo manual de embalagem, armazenamento e transportes especiais, entre outros".

Agora, temos uma questão mais elaborada. Em outras palavras, a Nestlé diz que tem que montar todo um esquema de pesquisa de tendências de mercado com variáveis como concorrência, consumidores, mix de produtos, tamanho, valor, apresentação, distribuição, canal de vendas, dentre outros, para aí sim definir qual será a estratégia de vendas - que é colocar todos os indicadores para funcionar em sinergia, buscando a melhor rentabilidade!

Isso não é fácil!!!

Além disso, deve-se remodelar uma linha de produção, manter estoques de matéria-prima e possivelmente de produto acabado (uma vez que não se pode produzir toneladas de ovos de chocolate na semana da Páscoa, correto?), contratar e treinar novos colaboradores e ceder mais créditos aos compradores - isso sem falar nas possíveis devoluções depois do período de vendas!!!

Em outras palavras, é um produto extremamente arriscado para a indústria. Em contrapartida, é um produto que além de embalagem e conteúdo físico vem carregado de simbolismo e tradição - e isto também faz parte da formação do preço de venda, acredite!

E, finalizando com toda a classe, a Nestlé ainda dá um "tapa de luva" ao melhor estilo: "De toda forma, as opções tradicionais de produtos continuam disponíveis como uma alternativa de menor preço, sem nenhum reajuste relacionado à época do ano".




Você pode até levar um quilo de picanha pra casa da sua namorada no domingo de Páscoa, mas fique sabendo que a dor de cabeça por isso pode não compensar a economia!!! Questão lógica de custo x benefício!!!

quinta-feira, 3 de abril de 2014

VI Semana Acadêmica de Economia da UFV






Relação Ganha-Ganha com consumidor final???

A relação Ganha-Ganha é assim chamada quando duas empresas, negociantes entre si, encontram um valor comum para venda/aquisição de um bem ou serviço que permite a ambas obter um bom resultado, seja com lucro da venda, da revenda, ou um desembolso que não impacte ou se adapte ao orçamento previsto.

Mas, e quando a relação de vendas é com o consumidor final?

Vejamos: ele não vai obter lucro em revenda, porque este não é seu objetivo. Ele não obterá lucro ao otimizar sua geladeira com uma nova garrafa de plástico!

A visão do consumidor final é voltada para "economizar", ou seja, pagar menos por uma coisa que deseja ou necessita.

Aí entra uma batalha: o consumidor geralmente não possui dados significativos sobre os custos fixos ou variáveis do empreendimento no qual se encontra, e normalmente apenas quer pagar menos, pois os preços são "um roubo" na sua ótica.

Se sua empresa é detentora do mercado, em monopólio, ou se há um oligopólio (ou cartel para os mais simplistas) das empresas concorrentes, o cliente é seu refém e é você quem dita as regras pra venda, incluindo além de preço a forma como quer receber pelo que vende.

Mas, como a maioria dos produtos/empresas se encontra no mercado de concorrência perfeita, é este mercado e não sua planilha de custos quem determina por quanto você pode vender.

Assim, você passa a ter mais concorrentes, uma vez que o próprio cliente quer forçar seus preços pra baixo, aumentar seu prazo para pagamento, ou, pior ainda, os dois ao mesmo tempo!!!

E essa é uma desvantagem das micro e pequenas empresas, pois a proximidade do cliente com o gestor acaba impactando nestas negociações, quando o mesmo deveria estar focando energias em outros centros de custos do negócio.

Então, o que se pode fazer???

A primeira coisa é estabelecer regras dentro da própria empresa. Regras para venda a crédito e para recebimentos, e deixar o cliente ciente delas! Caso haja qualquer divergência ou necessidade de crédito extra, o cliente tem de ter conhecimento de que deverá pagar a mais por isso (afinal, crédito fácil é mais sujeito a riscos, o que deve ser recompensado com taxas de juros mais elevadas!).

Depois, vem a lição do Marketing! Você tem que fazer sempre mais que apenas servir o cliente - deve encantá-lo! É claro que não é fácil, mas um cliente que se encanta por seu negócio dificilmente o deixará na mão!

Entender o que os clientes querem, em questão de produtos, e descobrir um preço que possa ser satisfatório tanto para seus custos quanto para seduzir os clientes à compra é seu truque, além de apresentar um ambiente que seja adequado, sempre higienizado e organizado!

Com estas duas práticas, e nesta ordem, fica mais fácil fazer o cliente final acreditar que está "ganhando" quando compra de você!

Boa luta!!!

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Filosofágens

Todos os tipos de conhecimento, em última análise, são autoconhecimento" (LEE, B.)

Why so serious?

SIM! É um blog sobre administração e administradores. NÃO - não tem que ser chato, carrancudo e insosso por isso. Pensando assim, associei dois "causos" que li hoje à prática da gestão, os quais transcrevo abaixo:

Dois amigos fazendeiros se encontram depois de muito tempo e, a certa altura da conversa, o primeiro pergunta:

- E aí, Durval? Com quantos alqueires está sua fazenda?

- Já está com quase 100. E a sua???

- Só pra você ter ideia, pela manhã eu saio de casa, ligo meu jipe e, ao meio-dia, ainda não percorri nem metade da minha propriedade!

- Entendo... eu também já tive um carro desses. É horrível!

[Seus equipamentos devem ter o tamanho mínimo pra atender suas necessidades com rapidez, pois decisões são tomadas com base em acontecimentos! E devem ser imediatas e precisas, no caso de urgência]

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Um jovem e recém formado tenente do Exército estava sendo preparado para ser enviado à guerra numa missão. Depois de uma palestra sobre minas, o capitão pergunta se há alguma dúvida.

O intrépido aluno levanta a mão e pergunta:

- Senhor, se eu pisar em uma mina, o que devo fazer?

E a resposta, imediata:

- Procedimento normal, tenente: salte para o alto 50 metros e espalhe-se em todas as direções!

[Muitas vezes o gestor não está tendo a resposta errada, mas sim se equivocando na pergunta! Depois de falir não se recupera uma empresa. Deve-se antever os acontecimentos, planejar e perguntar "como detectar uma mina pra não pisar nela?"]


terça-feira, 1 de abril de 2014

Afinal, o que é o "Você Gere!"????

O Você Gere! foi criado com o intuito de fomentar a discussão dos processos administrativos atuais, mais usuais ou não, e como ferramenta para auxiliar àqueles que possuem micro e pequenos empreendimentos na busca por uma empresa mais robusta, sustentável, rentável, eficaz e eficiente.

Aqui traremos discussões e ferramentas (sempre que tivermos tempo!!!) que poderão ser aplicadas a diversos modelos de empresas, por aqueles que decidirem dar o passo à frente e melhorar sua forma de administrar e visualizar o próprio negócio!

Convido você a sempre dar uma visitada no blog e encorajo a sempre fomentar discussões, solicitar temas e crescer conosco!!!

Acerte no alvo. NO ALVO!!!